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Fábio fala de sua estreia e quer jogar mais algumas temporadas

Foto: Mauro Adamoli

POR MAURO ADAMOLI –ORIGINAIS DA BOLA– (REDAÇÃO PIRAMUNDO)

Já classificado para a segunda fase da Copa Paulista, o XV de Piracicaba iniciou a semana de preparação para enfrentar a equipe do Noroeste pela última rodada da fase inicial, precisando de um empate ou um tropeço do Rio Claro para confirma a liderança. O goleiro Fábio, titular diante do Velo Clube falou sobre sua estreia na competição, na relação com os mais jovens além de comentar que alguns atletas ganharão uma oportunidade diante da equipe de Bauru.
Sobre seu primeiro jogo desde a Série A2, Fábio aprovou sua atuação, mesmo tendo ficado um pouco nervoso. “Confesso que estava um pouco ansioso, mesmo tendo participado de muitos jogos na minha carreira. Acho que é isso que move o atleta, principalmente em um jogador experiente (40 anos) como eu, em sentir aquele friozinho na barriga, mas fiquei feliz por isso, já que quando o atleta não sente mais isso ele tem que parar de jogar, prova de que dá para atuar por um ou dois anos ainda”, disse o goleiro.
Por ser o atleta mais experiente no elenco (seis meses mais velho que o André Cunha), o goleiro tem um papel importante fora das quatro linhas, principalmente perante os atletas mais jovens, relação que Fábio explicou na coletiva. “É uma relação boa, as vezes os atletas mais novos me procuram sim, seja para trocar ideia, para falar dos jogos. Procuramos passar tranquilidade, falando para eles para que entrem nos jogos tranquilos e que deem o seu máximo e qualquer coisa negativa que venha acontecer, os mais experientes devemos assumir, portanto acho que eles jogam de uma forma bem tranquila”, comentou.
Com a proximidade da segunda fase, Fábio disse que a partida contra o Noroeste será importante principalmente para os atletas pouco utilizados e que eles estão totalmente focados para sábado. “Para os atletas que não tem atuado com frequência não tem essa história de amistoso, de equipe já classificada. Quem entrar tem que ir lá e dar a vida, como fiz na semana passada. Entrei deixei tudo em campo, mesmo com o time já classificado, sendo que foi uma ótima oportunidade para mostrar para comissão técnica, para a diretoria e para a torcida que tenho condições de continuar jogando e acho que isso foi provado. Portanto, acho que os jogadores que entrarem sábado tem que jogar com esse espírito e todo o elenco tem a ganhar com isso”, explicou.
Por fim, Fábio falou sobre uma situação que acontece com ele que é incomum no futebol, de ser mais velho que o próprio técnico e disse que não é a primeira vez. “Aconteceu com o próprio Tarcísio (Pugliese) no Ituano, acho que tinha 37 ou 38 anos e ele é um ano e meio mais novo do que eu. No Maringá no ano passado, quando joguei o Paranaense, o Fernando Marchiori, atualmente no Água Santa também é um ano mais novo”, comentou.

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